Claro que, devido às ultimas discussões que ocorrem nas redes sociais, muito se debate sobre isso. Mas, por ora, vamos esquecer esse assunto. Vamos falar de coisa boa! Vamos falar da nova TekPix! Quantas vezes você já esteve andando na rua e, ao passar por um grupo conversando, ouviu uma frase que, sem saber o resto do contexto, o fez segurar o riso (ou não aguentar e rir mesmo, na cara dura)?
Sim! Eu ando prestando atenção em conversas alheias. E quer saber o porquê? Porque é divertido.
Claro, é extremamente imoral, mas ainda assim, sempre me rendeu boas risadas e eu nunca mais encontrei essas pessoas novamente. Mas, venhamos e convenhamos, diferente de uma coisa que você não quer ver, pois você pode fechar os olhos (mas a sua imaginação, com certeza, preenche a lacuna), com sons a coisa muda de figura. Você pode até tentar não prestar atenção, mas, no fundo, no fundo, você acaba por escutar.
O mais engraçado dessa situação é exatamente você não ouvir a conversa inteira. Imaginem a seguinte situação: você andando pela rua. Todo lépido, fagueiro, serelepe, pimpão. E então, quando passa por duas senhoras que vem na direção contrária a você, uma diz para a outra:
"Você tá com sono? Faz o seguinte: volta lá, deita e dorme. Dorme. Dorme. Dorme. Até lá pras quatro horas. Daí depois você levanta e volta pra trás!"
Não há possibilidade de uma frase dessa ser usada em um contexto por mais verossimilhança que ele tenha. A única coisa que eu entendi na frase toda é que a velhinha que estava escutando, a sonolenta, disse, em resposta:
"Tá aí. Boa idéia!"
E não! Nenhuma das duas senhoras parecia ter aquela doença... Como chama mesmo? Aquela daquele alemão que faz a gente esquecer as coisas?
...
Como se não bastasse essa situação, no mínimo, estranha, ainda tive que ouvir uma outra, dois quarteirões depois. Passam duas garotas e um rapaz (que acredito que estava enrolado com uma delas) e profere a seguinte sentença:
"Tá saindo bolinha de tudo quanto é canto!"
A primeira coisa que me veio à cabeça, foi o vídeo da Irmã Selma, do Terça Insana. Se você não conhece o vídeo, faça como uma pessoa normal e procure no YouTube. Caso conheça, sabe exatamente do que eu estou falando.
Eu realmente não sei se estou com vontade de descobrir o contexto em que a frase se insere, afinal, vai que essas bolinhas não sejam bem bolinhas e esse lugar não seja muito interessante de ser conhecido e vai que esse canto não tenha canto, se é que me entendem...
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A terceira de nossas frases sem contexto ocorreu quando eu estava indo para a banca. Afinal, como todo bom e verdadeiro nerd
A apenas alguns passos da entrada da banca, um grupo de mulheres vem conversando aos risos e, justamente na hora que eu passo, a seguinte frase é dita:
"Ai! Você sabe que eu já tô acostumada!"
A frase foi seguida de mais uma rodada de risos entre as amigas. Eu tenho a mente maliciosa. Não adianta. Por mais que eu tente não pensar bobagem, minha mente parece ter vida própria e, quando não sei o contexto, a primeira coisa que me surge para explicar é alguma putaria.
Novamente, não tenho certeza se quero saber no que a menina está acostumada, afinal vai que é bobeira mesmo... Eu não gostaria de não ter me equivocado na primeira vez...
...
Por último, mas não menos importante, a frase maior da vez. Aquela que, com certeza inspirará gerações e mais gerações sobre como classificar seus amigos e conhecidos através de nomes conhecidos de guloseimas artificiais carregadas de açúcares que podem levar a problemas odontológicos que levam a problemas de relacionamento. Ou não...
Novamente, a frase surgiu num contexto feminino. Foi durante uma volta sem destino certo em que, ao passar por duas garotas que haviam acabado de sair de uma escola (devido ao horário e ao uniforme que as duas vestiam), uma frase que desafiou todos os meus limites de segurar o riso para evitar que a cena se tornasse ainda mais constrangedora:
"Com certeza ele é dadinho!"
Se a partir de agora as mulheres forem classificar os homens de acordo com doces, estamos ferrados, rapaziada. Não deixe nunca que ela te chame de "Jujuba", "Paçoca" (Se não entendeu, mude a sílaba tônica), "Danoninho", "Pirulito" ou qualquer outra coisa mais constrangedora. Qualquer apelido carinhosinho é estranho.
Agora, quanto à frase, eu realmente espero que se o rapaz ouviu isso depois, tenha pelo menos dito:
"DADINHO É O C******. MEU NOME AGORA É ZÉ PEQUENO, P****!"
Ba dum tsss...
Desculpa... Eu não podia perder a piada.
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